25 de janeiro

Soja

A soja encerrou o pregão da última segunda-feira (24) com perdas de dois dígitos na CBOT. Em um primeiro momento, a notícia de boas chuvas no fim de semana na América do Sul, incluindo áreas mais necessitadas da Argentina, Rio Grande do Sul, Paraná e Paraguai, já deixava os investidores mais propensos às vendas especulativas. Depois, no decorrer da jornada, o humor do mercado financeiro foi se mostrando mais avesso ao risco, o que gerou quedas nas bolsas e commodities, como o petróleo, e valorização do dólar ante várias moedas. As previsões para os próximos 15 dias continuam mostrando chuvas excessivas no centro-oeste do Brasil e MATOPIBA, enquanto apontam chuvas limitadas no Sul da América do Sul, o que permitiu à soja encerrar o dia bem descolada das mínimas. Ao fim do pregão, o contrato de março caía 11,25 centavos.

Fonte: Granopar

Milho

O milho acabou sendo suportado pelos bons ganhos do seu vizinho mais próximo, o trigo, e encerrou o pregão da última segunda-feira com altas leves na Bolsa de Chicago. O cereal vizinho subiu mais de 2,5% diante da retomada das tensões entre Rússia e Ucrânia, o que refletiu sobre as cotações do milho. A sensação de que a soja poderia tomar área do cereal neste ano nos EUA, principalmente pela questão dos altos custos dos fertilizantes, também influencia o humor dos investidores. Por isso, no fechamento, o contrato de março do grão subia 4,75 centavos.

Fonte: Granopar

Trigo

O trigo encerrou o pregão da última segunda-feira (24) com bons ganhos nas bolsas dos EUA, depois que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) teria ordenado que milhares de soldados ficassem de prontidão para um possível deslocamento para o Leste Europeu. O temor de um conflito na região voltou a atrair os investidores. Diante disso, o contrato de março subiu 20,50 centavos na CBOT.

Fonte: Granopar

Dólar

24/01/2022

COMPRA R$ 5,503

VENDA R$ 5,503

Fonte: Estadão

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