Boletim divulgado na última quinta-feira (20) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo destacou que, depois de pouco mais de três meses, os envios de carne bovina à China foram retomados na segunda quinzena de dezembro. Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), no último mês, o Brasil exportou 6,79 mil toneladas da proteína ao país asiático, incluindo o produto in natura, industrializado, em miúdos entre outros.  

Os embarques de dezembro destinados aos Estados Unidos registraram novo recorde mensal, de 30,3 mil toneladas. O resultado manteve o país norte-americano como o maior destino da proteína brasileira pelo segundo mês seguido.  

De acordo com pesquisadores do Cepea, esse resultado está associado, entre outros fatores, ao Real desvalorizado frente ao dólar, o que aumenta a competitividade da carne nacional e a torna atrativa para os norte-americanos. A nota ressalta ainda que os Estados Unidos são grandes produtores de proteína bovina, mas também apresentam grande demanda por esse produto. Em 2021, a carne brasileira foi comercializada com os Estados Unidos à média de US$ 7,26/kg, o que representa um avanço de 1,8% em comparação a 2020 (US$ 7,14/kg).  

Redação C7 Comunicação com informações do Cepea 

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